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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Mamona



Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Ricinus communis L.
Nome popular: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato.
Parte tóxica: sementes. Sintomas: a ingestão das sementes mastigadas causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta; nos casos mais graves podem ocorrer convulsões, coma e óbito.
Princípio activo: toxalbumina (ricina).

Jenipapo


O jenipapo é o fruto do jenipapeiro (Genipa americana), uma baga subglobosa que geralmente é de cor amarelo-pardacenta, com polpa aromática, comestível, de que se fazem compotas, doces, xaropes, bebida refrigerante, bebida vinosa e licor. Além disso, é posível extrair do fruto uma tinta preta, muito usada pelos indígenas, há milênios, em petróglifos, cerâmica, cestaria, tatuagens, pintura corporal etc.
O suco do Jenipapo também é usado para controle de plaquetas do sangue em pacientes que fazem quimioterapia e/ou radioterapia, mostrando ser eficaz. Muitos tomam duas ou mais vezes ao dia.
O seu licor é bebida apreciada em Pernambuco e em cidades de Goiás, inclusive muito comercializado em comércios de cidades turísticas como Caldas Novas.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A Jibóia-Constritora


A jiboia-constritora é uma serpente que tem o tamanho quando adulto, de 2m a 4m , raramente chegando a este tamanho máximo. Existe no Brasil, onde é a segunda maior cobra (a maior é a sucuri). O seu habitat são as copas das árvores das florestas da América do Sul e da América Central. No Brasil, pode encontrar-se em diversos locais, como na Mata Atlântica, restingas, mangues, no Cerrado, na Caatinga e na Floresta Amazônica.
Diz-se na cultura Tupi que na selva um jacaré pode matá-lo, uma onça pode matá-lo e uma jiboia pode matá-lo. Mas só com a jiboia a morte será certa. Por isso é conhecida como Mairapuã (a morte rasteira).
No Brasil existem duas subespécies: a Boa constrictor constrictor (Forcart, 1960) e a Boa constrictor amarali (Stull, 1932). A primeira é amarelada, de hábitos mais pacíficos e própria da região amazônica e do nordeste. A segunda, Jiboia amarali, pode ser encontrada mais ao sul e sudeste do país, sendo encontrada algumas vezes em regiões mais centrais do país.
É basicamente um animal com hábitos noturnos (o que é verificável por possuir olhos com pupila vertical), ainda que também tenha atividade diurna.

sexta-feira, 28 de maio de 2010



TINHORÃO
Nome científico: Caladium bicolor Vent.
Família: Aráceas
Nome popular: Tajá, Taiá, Caládio
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contacto podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vómitos, diarreia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contacto com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A Alcachofra




Características


É uma planta originária do mediterrâneo, pertence a família das asteraceae e as partes mais utilizadas são as folhas, brácteas (cabeça) e raízes. Actualmente cultivada como alimento, nas regiões atlânticas com Invernos suaves. É uma planta vivaz, com folhas espinhosas, com as superiores sendo bem menores que as da base, semelhante a um cardo, que atinge até 120 cm de altura. As flores são púrpuras envoltas em grandes brácteas carnudas que são a parte comestível da inflorescência. O nome genérico Cynara vem do latim canina, que se refere à semelhança dos espinhos que a envolvem com os dentes de um canídeo.


Propriedades medicinais


A alcachofra é um vegetal muito nutritivo, baixo em calorias, que por cada 120 g proporciona cerca de 15% das necessidades diárias de vitamina C, 300 mg de potássio e 2 g de cinarina, substância responsável das suas virtudes fitoterapêuticas. A cinarina, essencialmente concentrada nas folhas e nas raízes da alcachofra, possui excelentes propriedades anti-hepatóxicas, actua protegendo e regenerando as células hepáticas, beneficiando a secreção biliar e consequentemente a digestão, evitando a formação de litíase biliar, e exerce um efeito moderador sobre o nível de colesterol (hipocolesterolémica). Aumenta a diurese (diurética e depurativa), favorecendo a eliminação de ureia e toxinas.

Outros nomes

Cynara carbunculus L., inglês: artichoke, glose artichoke, francês: artichaut, artichaut commun

Curiosidade!

A flor da Alcachofra serve para fazer o queijo

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O Pau-Mulato



O pau-mulato é uma planta da família Rubiaceae. É uma árvore de crescimento lento, que pode atingir 15-40 metros de altura e 4-5 metros de diâmetro de copa colunar. As folhas são grandes e semi-caducas.
A floração produz flores brancas entre maio e junho. O tronco é retilíneo com a casca lisa e brilhante da cor bronzeada. É uma planta de difícil reprodução.

O pau-mulato é uma árvore natural da Região Amazônica e atinge de 20 a 40m de altura, ramificando-se apenas na ponta. Apresenta tronco reto e liso com casca na cor parda quase bronze. Entre os meses de julho e setembro adquire cor de zarcão para, em seguida, tornar-se verde e, aos poucos, readquirir a cor que lhe deu o nome: "mulato".O conjunto dessas árvores forma uma das mais belas aléias do Jardim Botânico. Fornece madeira branco-amarelada, tornando-se escura quando velha. É utilizada em obras externas e de marcenaria por ser resistente ao apodrecimento. No comércio do estado do Pará, a madeira recebe o nome de pau-marfim.A Cris me convidou para participar da "meme" das atitudes eco-conscientes. Já li várias, mas a Maharani não tem vergonha em assumir que não sabe o que é "meme". Esse post já estava meio rascunhado de noite e, hoje de manhã, fui no Jardim Botânico, aquele mesmo que D. João VI (então apenas D. João, príncipe regente) mandou construir quando a Família Real chegou ao Brasil.

Gengibre-magnífico


Nome Científico: Zingiber spectabile
Nome Popular: Gengibre-magnífico, sorvetão
Família: Zingiberaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Malásia
Ciclo de Vida: Perene
O gengibre-magnífico ou sorvetão é uma planta herbácea tipicamente tropical que pode ser encontrada crescendo naturalmente nas florestas ao sul da Tailândia. Suas hastes surgem ao longo do forte rizoma, são eretas, semelhantes a cana, e podem alcançar cerca de 1,5 a 2 metros de altura. Suas folhas são verdes, longas e aveludadas na página inferior. As inflorescências surgem na base da planta, oriundas diretamente do rizoma. Elas são sustentadas por hastes fortes, eretas, com cerca de 40 cm. As flores brancas ou amareladas são de valor ornamental secundário, pois são pequenas e abrem-se gradualmente entre as brácteas.
As brácteas são dispostas formando alvéolos, essa textura peculiar rendeu-lhe o nome de Beehive Ginger (gengibre-colméia) em inglês. O conjunto da inflorescência tem um aspecto cilíndrico a fusiforme, semelhante a um abacaxi. Quando jovens, as brácteas tomam uma coloração esverdeada a amarelo-pálida e, com o tempo vão tornando-se vermelhas. As inflorescências do gengibre-magnífico são muito duráveis e utilizadas como flor-de-corte em belos arranjos tropicais.
No paisagismo, o gengibre-magnífico encaixa-se perfeitamente em renques junto a muros ou em maciços sob a copa das árvores. Sua folhagem tropical é muito bonita, mas sensível a queimaduras, portanto deve-se evitar a luz direta do sol. Em condições ideais seu crescimento é rápido. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, tendo desta forma seu crescimento controlado. As inflorescências surgem no verão e tem o perfume típico de gengibre.

Cipreste-italiano


O Cipreste-italiano, também designado como cedro-bastardo, cipreste-comum, cipreste-de-itália, cipreste-do-mediterrâneo, cipreste-mediterrânico e cipreste-piramidal é uma árvore nativa do Sul da Europa (Mediterrâneo oriental, sudeste da Grécia - especialmente Creta e Rodes) e do Sudoeste da Ásia (Nordeste da Líbia, sul da Turquia, Chipre, Síria ocidental e Líbano - além de uma população disjunta no Irão) que chega a medir 45 m, com copa estreita e esguia, ramos nivelados e raminhos pendulosos e ramificações terminais lineares. É uma espécie de grande longevidade e de folha persistente (tal como se depreende do seu nome científico sempervirens, que quer dizer "sempre verde") - sabe-se que alguns chegam a viver mais de um milénio.
Tem sido utilizada como símbolo recorrente da tristeza, da melancolia e da morte ou vida eterna. Não obstante, mantém-se como uma árvore particularmente apreciada para fins decorativos. A sua madeira aromática já era utilizada por egípcios, na construção dos sarcófagos. Os gregos apreciavam homogeneidade da madeira para fazer móveis. Na Idade Média era usado para fazer arcas.

Cortaderia selloana


Nome Científico: Cortaderia selloana
Sinonímia: Arundo selloana, Arundo dioica, Cortaderia argentea, Cortaderia dioica, Gynerium argenteum
Nome Popular: Capim-dos-pampas, pluma, penacho-branco, cortadeira, cana-dos-pampas
Família: Poaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil e Argentina
Ciclo de Vida: Perene
O capim-dos-pampas é gigante, chegando a 2,5 metros de altura. Suas inflorescências se parecem com grandes plumas e podem ser de coloração branca, amarelada ou arroxeada, formadas principalmente no verão. As folhas são longas, lineares e com bordas cortantes. Sendo um planta diferente, sua beleza é ressaltada se utilizada isolada em gramados, podendo ser plantada em conjuntos. Presta-se também como flor de corte.

Arvore chorão


A casca é adstringente, contém elevada porcentagem de tanino e também matéria tintorial que, tratada pelo sulfato de ferro, dá tinta preta ou vermelha; seu melhor emprego está na indústria do curtume, sendo também medicinal e considerada tônica, antidiarréica e antidisentérica. Introduzida no Brasil, há longos anos, como árvore ornamental e de sombra, então mais recomendada para os cemitérios, a sua cultura alastrou-se tanto e com tal facilidade a planta se aclimatou, que é hoje uma das árvores exóticas mais comuns nos parques e campos de todo o sul, desde Minas Gerais e São Paulo, até o Rio Grande do Sul, talvez mais disseminada em Santa Catarina; igualmente utilizada na arborização de várias cidades; cresce rapidamente (23m em 22 anos, São Paulo), adapta-se a quaisquer terrenos, embora prefira os lugares frescos e úmidos, mas não deixa de se desenvolver satisfatoriamente nas areias do litoral, sendo uma das preferidas atualmente para fixar as dunas em vários países e, principalmente, para consolidar terrenos e impedir erosões, graças ao seu sistema de radicação.Está em vias de extinção.

Araça piranga

Origem : mata Atlântica.
Família : Myrtaceae
Altura : até 14 metros.
Finalidade : fornecimento de madeira de grandes beleza e qualidade, apropriada para a confecção de móveis de luxo, além de servirem às construções civil e naval, em vários dos seus segmentos. Os frutos são comestíveis e muito procurados pela avifauna em geral. Seu tronco apresenta casca avermelhada, mais intensa quando exposta ao sol, o que proporciona belo espetáculo da Natureza, razão pela qual pode ser considerada como árvore de grande beleza. Seu crescimento lento desestimula aos "imediatistas" que querem, erroneamente, plantar apenas vegetais de crescimento rápido sem atentar às regras da Natureza, que se utiliza da velocidade do crescimento dos seus vegetais para fazer o balanceamento necessário à sua perenidade. Sua sinonímia "goiabarana" quer dizer que seus frutos são "semelhantes à goiaba".

O Choupo


A sua propriedade medicinal é importantíssima. As cascas são ricas em tanino, contendo também a “salicina”, amargo, febrífugo, e tônico. Foi usada no passado para falsificar o sulfato dc quinina e hoje ainda serve, oxidada, para a fabricação de perfumes, tendo sido mesmo o primeiro perfume artificial que se descobriu. Seus renovos são balsâmicos e benéficos. De suas folhas extrai-se uma espécie de borracha.Está em vias de extinção.

Flores de Afelandra


Essas plantas dão flores em arbusto na primavera e no verão. São chamativas espigas de flores que crescem no máximo 30 cm e que florescem na primavera e no verão.
As Afelandras são flores que gostam de um pouco de sombra, não se adaptando facilmente a lugares com luz excessiva. São flores que vivem melhor em regiões nas quais o ar é úmido e duram muito tempo quando regadas regularmente. Duas vezes por semana é o suficiente. Sua folhagem brilhante é muito vistosa aparentando exuberância nos arranjos de flores. Por isso dizem que essas flores provocam o amor à primeira vista. Bem cuidadas, são bonitas o ano inteiro.
A Afelandras faz parte dessas plantas que sempre provocam amor. E não é para menos. Sua folhagem, sempre intensa, fica muito bela durante todo o ano e, sob condições adequadas de luz, ela ainda produz delicadas flores de deslumbrantes cores. Ela pode crescer no máximo 30 cm e fica realmente magnífica como decoração de interiores, ornando nossos lares, nos trazendo também sensações de bem estar ao passo em que alegram o ambiente. São flores de origem brasileira, colombiana, mexicana e dos demais países da América Central, criadas em cativeiro desde 1860.

O Aquecimento Global

O Aquecimento global tem se vindo a agravar nos últimos anos. Devido aos gases libertados pela poluição (fábricas, etc. …) pode vir a revolucionar o degelo dos pólos (norte e sul). Se continuar assim, irá aumentar os níveis da água inundando as principais cidades do mundo como por exemplo Nova Iorque, Veneza, Roma, Lisboa, Madrid, Tripoli…
Com o aquecimento global, também estamos a prejudicar a camada de ozono e isso deixará passar os raios ultra-violeta que fazem muito mal à pele podendo causar cancro da pele.


Proteja o seu Mundo!

O Abricó-de-macaco

Nome Científico: Couroupita guianensis
NomePopular:Abricó-de-macaco,curupita, castanha-de-macaco,cuia-de-macaco,árvore-de-macaco,cuiarana,amêndoa-dos-andes,macacarecuia
Família: Lecythidaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América do Sul (Floresta Amazônica)
Ciclo de Vida: Perene
O abricó-de-macaco é uma árvore muito ornamental, originária da floresta amazônica. Apresenta folhas simples, alternadas, e de formato elíptico a lanceolado. As flores curiosamente surgem do tronco, em longas inflorescências do tipo rácemo, que podem chegar a 3 metros de comprimento. As flores contêm seis pétalas carnosas, esverdeadas, alaranjadas ou vermelhas e longos estames brancos, amarelos ou róseos com anteras amarelas. Elas exalam um delicado aroma de rosas, e são atrativas para abelhas e mamangavas, que encarregam-se da polinização. A floração pode perdurar por todo o ano, mas é mais intensa na primavera e verão. O Abricó-de-macaco está em vias de extinção.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A revoluçao dos cravos


Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de Estado militar que derrubou, sem derramamento de sangue e sem grande resistência das forças leais ao governo, o regime ditatorial herdado de Oliveira Salazar e aos acontecimentos históricos, políticos e sociais que se lhe seguiram, até à aprovação da Constituição Portuguesa, em Abril de 1976.
O regime que vigorava em Portugal desde 1933 cedia, de um dia para o outro, à revolta das forças armadas, lideradas por jovens oficiais.
O levantamento, usualmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 por oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial.[2] Os oficiais de baixa patente, os oficiais milicianos. estudantes recrutados, muitos deles universitários, vendo suas carreiras interrompidas, cedo aderiam.
É consensual ter trazido essa revolução, conduzida por esses jovens, a liberdade ao povo português, oprimido durante décadas[3]
Denomina-se "Dia da Liberdade" o feriado nacional instituído em Portugal para comemorar a revolução iniciada no dia 25 de Abril de 1974.

Amores Perfeitos azuis

Nome científico: Viola tricolor
Sinónimos botânicos: Viola tricolor var. hortensis DC., Viola arvensis.
Nome comum: Amor-Perfeito
Nomes populares: Viola, Amor-Perfeito, Pensamentos.
Família: Violaceae
Origem: Ásia e Europa
Habitat: Espontânea que flora especialmente na Península Ibérica.
Descrição: O Amor-Perfeito é uma planta herbácea, vivaz perene cultivada como anual, tem flores grandes, solitárias, de cor azul e negro no centro, arredondadas. Possui folhas dentadas, de cor verde escuro, ovadas a
cordiformes. Planta agrupada em montículos com muitos ramos, atingindo altura de 15-30 cm.
Sementeira: Março-Abril ou entre Maio-Setembro.
Transplantação: Março-Junho ou Outubro-Novembro.
Luz: Sol, meia-sombra ou sombra.
Solos: Ricos em matéria orgânica, húmidos e com boa drenagem.
Temperatura: Temperado, temperado-quente, resistente ao frio.
Rega: Regular, não encharcar o terreno.
Adubação: Durante o início do crescimento e floração. Fertilizante 5:10:5
Pragas e doenças: Caracois, Lesmas, Fungos
Multiplicação: Semente
Colheita: Os Amores-Perfeitos são comestíveis se estiverem livres de pesticidas.
Aplicações medicinais :
Indicações: Abscessos, acnes, conjuntivites, dermatites, eczemas, erupções na pele, faringites, irritações nos olhos, inflamações da garganta, reumatismo, rugas na região dos olhos, sarampo, seborréia do couro cabeludo, secreções pulmonares, tosse. Partes utilizadas: Toda a planta. Contra-indicações/cuidados: O seu uso como diurético no caso de hipertensão, cardiopatía ou insuficiência renal moderada ou grave, só com controle médico. Há risco de perda incontrolada de líquidos, posibilidade de produzir descompensação tensional ou eliminação excessiva de potássio, com potencialização dos efeitos de cardiotónicos. Modo de usar: - folhas secas, pulverizadas: feridas; - infusão de uma colher de flores e folhas secas numa chávena de água quente, deixar por 3 minutos: afecções do sangue, debilidade nervosa, cansaço, doenças cardíacas nervosas, ecterícia. Beber 3 chávenas diárias, durante uma ou 2 semanas. Pode-se fazer compressas desta infusão em infecções cutâneas e gargarejo para feridas na boca ou garganta, bem como lavar os olhos;
infusão: macerar, em um quarto de litro de água fria, 8g de flores e folhas secas de amor-perfeito, por uma noite. Pela manhã, adicionar, 100g de leite açucarado e ferver. Filtrar o líquido, ingerindo-o em jejum.
http://www.loja.jardicentro.pt/product_info.php?products_id=152

Linaria Ricardoi

A "Linaria Ricardoi", uma pequena planta endémica portuguesa, da região dos barros de Beja, em perigo de extinção, vai ser protegida numa micro-reserva biológica que os ambientalistas da Quercus estão a criar na zona de Cuba.
Em declarações à agência Lusa, José Paulo Martins, do núcleo do Alentejo da associação ambientalista, salientou hoje a "urgência" de avançar com o projecto, numa altura em que os núcleos populacionais da planta "já são raros e estão em regressão".
"Trata-se de uma pequena planta, com um pé com poucos centímetros de altura e umas florinhas roxas, que há uns anos era descrita numa zona vasta do Baixo Alentejo, como é o caso dos barros de Beja", explicou.
Contudo, disse, quando foi definida a Rede Natura a distribuição da espécie "já ficou limitada a duas manchas mais pequenas" e, agora, os "únicos dois núcleos" conhecidos situam-se nos limites do concelho de Cuba com Beja e Alvito.
"Esses dois núcleos incluem, usualmente, algumas centenas de exemplares e este ano, devido à seca na região, nasceram poucos pés e muitos nem deram flor. É uma planta que urge proteger porque está em perigo de extinção", frisou.
Daí que a Quercus, em parceria com o Instituto de Conservação da Natureza (ICN) e a Associação Lusitana de Fitossociologia (Alfa), esteja a criar, na zona de Cuba, a sua quarta micro-reserva biológica nacional, desta vez dedicada à "Linaria ricardoi".
"Esta planta é estudada há anos e, aos poucos, tem vindo a desaparecer. Podem existir outros núcleos populacionais espalhados que não conheçamos, mas decidimos ter uma atitude activa para a sua protecção, ao invés de estarmos à espera de um milagre", argumentou.
Como a espécie prefere solos ácidos, de textura média ou argilosa, a Quercus está em processo de aquisição de um terreno, com perto de um hectare, na zona de Cuba, que já deve estar vedado em Outubro e pronto a receber sementeiras da planta.
"Tivemos de adquirir o terreno, com as condições para o desenvolvimento desta `Linaria`, porque não chegámos a acordo com os proprietários das outras parcelas onde já existem núcleos, os quais, ainda assim, vão ser monitorizados", acrescentou José Paulo Martins.
"Vamos depois transplantar exemplares para tentar reflorestar zonas em que sabemos que não vão existir factores de agressão como os que levaram à actual situação dramática", sublinhou.
O uso de herbicidas, em resultado da intensificação agrícola, foi um dos factores que, segundo José Paulo Martins, "contribuiu de forma decisiva para o decréscimo populacional" da espécie botânica.
http://cuba.no.sapo.pt/paginas/cuba-informa/botanica.htm

Dente-de-leão

Dente-de-leão é o nome vulgar de várias espécies pertencentes ao género botânico Taraxacum, das quais a mais disseminada é a Taraxacum officinale. É uma planta medicinal herbácea conhecida no brasil também pelos nomes populares: taraxaco, amor-de-homem, amargosa, alface-de-cão ou salada-de-toupeira.

Consta (vide Robert A. Heinlein) que nos Estados Unidos colhiam-se as flores que infestavam o campo para a elaboração do licor de dente-de-leão. Os indígenas deste país chamavam-no de "pegadas-de-homem-branco", pois, onde chegava o homem branco, chegava o "dandelion", como é chamado em inglês.
Planta da família das compostas (como a serralha e muitas outras), tem inflorescências amarelo-brilhantes ou mesmo brancas. Tem um alto potencial biótico devido à facilidade com que suas sementes se disseminam.

Usos Medicinais

A planta inteira é usada como diurético, purificador do sangue, laxativo e para facilitar a digestão e estimular o apetite; pode também ser utilizado em casos de obstipação. Além disso, contribui para aumentar a produção de bílis por isso é adequado para os problemas de e vesícula biliar. A raiz é indicada para reumatismo




in "http://pt.wikipedia.org/wiki/Dente-de-le%C3%A3o"

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Passiflora quadrangularis

Nome popular: Flor da Paixão, Maracujá Açú
Nome científico: Passiflora quadrangularis
Nome Indígena: Maracujá Açú; Maracujá vem do Tupi-guarani e significa “comida na cuia” por causa da forma do fruto e os adjectivo para a espécie significa Açú – “grande”.
Sinonímia:
Família: Passifloraceae
Género: Passiflora
Tipo de Planta: Perene
Origem: É endémica da floresta Amazónica, Brasil
Descrição: São trepadeiras lenhosas e robustas de 5 a 10 metros de comprimento com talos basais lenhosos de cor castanha acinzentado, com 3 a 6 cm de diâmetro, que tanto podem ser usadas como ornamentais, dada a sua bela floração, como pelos excelentes frutos comestíveis que produzem. Os ramos são glabros (sem pelos), semi-angulosos de cor verde-escuros com entre nós espaçados de 2 a 8,5 cm de distância com estipulas (formação laminar na base das folhas). A P. quadrangularis tem folhas simples, membranosas e com nervuras notórias, porém os seus ramos são quadriláteros e as flores tem pétalas brancas verticilos (tipo de estames masculinos não férteis) de cor vinácea esbranquiçada.
Ambiente: Trepadeira de crescimento rápido que vegeta bem em altitude, variando de 400 a 1.000 m acima do nível do mar. O solo deve ser profundo, húmido, com pH neutro (6,6), com constituição arenosa ou argilosa (solo vermelho). É preciso no mínimo 2 plantas para haver polinização cruzada e uma melhor frutificação. É preciso fazer uma parreira na horizontal com arames formando uma malha da 40 cm entre arames para sustentar a planta. As plantas iniciam a frutificação no 1º ano para a maioria das espécies.
Floração: Setembro a Dezembro. Frutificação de Outubro a Março.
Temperatura: Resiste a temperaturas de até 0º C.
Luz: Pode ser plantada a pleno sol, bem como na sombra em bosques com árvores grandes bem espaçadas, nesta situação demora mais para frutificar.
Rega: Irrigar a cada quinze dias nos primeiros 3 meses se faltar água. Aplicar cobertura morta em volta do pé para manter a humidade.
Adubação: Adubar com composto orgânico, (4litros/Pé) de Adubo Orgânico+ 20 gr de N-P-K 10-10-10 nos meses de Setembro a Outubro, distribuídos a 30 cm do caule.
Conselhos de plantação: Espaçamento entre plantas 4 x4 m. A parreira deve ter 6 mourões, distanciados a 2 m entre si e 3 metros entre os pares, com altura de 1,60 para facilitar a colheita dos frutos. Adicione à cova 400g de calcário, 1 kg de cinzas e 8 litros de matéria orgânica. Fazer apenas podas de formação e eliminar os rebentos que nascerem na base do caule, manejando os ramos num tutor e continuar, amarrando os ramos na parreira para não caírem. Tomar cuidado com lagartas de borboletas que causam sérios danos nas plantas.
http://ameliapalmela.webnode.com/products/passiflora-quadrangularis/